junho
17

Refeições & alimentação

O Café da manhã na Nova Zelândia (breakfast ou brunch) é reforçado com torradas, bacon, salsichas, ovos fritos, café, cereal com leite e frutas; no inverno, é comum mingau de aveia com leite. O leite Neozelandês é de ótima qualidade, acredito que este seja o motivo dos cafés serem tão bons.

O Almoço é feito basicamente por sanduíches, fast-foods, salada, sushi, frutas, biscoitos e bolo. O Jantar (com freqüência chamado “tea”) é composto de carne ou peixe, verduras, batatas (purê), massa ou arroz. É a refeição principal, consumida em torno das 18 horas.

Nas cidades, você encontrará a diversificada cozinha étnica (mexicana, cajun, francesa, coreana, tailandesa, vários tipos de cozinhas chinesas, indianas, do oriente médio e do mediterrâneo, japonesa e em Auckland pra matar a saudade você pode encontrar até churrascaria).

O popular “Fish and Chips” (batata frita e peixe) é uma boa opção de refeição barata. Em todo o país você encontrará opções de “take away food” o que significa que você deve comprar e levar pra casa, pois o local não dispõe de mesas, normalmente os “fish and chips” trabalham dessa maneira. Se você tiver oportunidade, experimente o hangi (comida tradicional maori, cozida sob a terra com o vapor de pedras aquecidas) e Vegemite e Marmite (pastas de levedura para passar em sanduíches).

Fishnchips

A melhor maneira de fazer suas refeições na Nova Zelândia, no entanto é comprar os alimentos no supermercado e cozinhar em casa mesmo, nas maiores cidades você os encontra abertos até a meia-noite ou abertos 24 horas, muitos têm telefone com linha gratuita para chamar um táxi. Os supermercados contam com praticamente todos os produtos vendidos em um supermercado no Brasil, caso você não encontre feijão ou o preço esteja caro, uma dica para encontrá-los são os mini mercados Chineses e asiáticos, que contam com ótimos preços em frutas, verduras e legumes também. Lojas de conveniência são absurdamente caras, portanto não tire suas bases de preços por elas.

 Cafe NZ

Por Recrutamento - Culturis Intercâmbio Cultural

junho
17

Dirigir na Nova Zelândia

Postado em: Informações, Nova Zelândia by fernanda

Dirigir na Nova Zelândia

Se você possui carteira de habilitação no Brasil ou uma carteira de habilitação internacional, você pode dirigir na Nova Zelândia por um período máximo de 1 ano. Após 1 ano você deverá obter uma carteira de habilitação Neozelandesa.

Pela lei você deve portar sempre sua carteira de habilitação quando estiver dirigindo. Você estará somente habilitado a dirigir os mesmo modelos de veículos que você possui habilitação em seu país de origem. A idade legal mínima para alugar um carro na Nova Zelândia é 25 anos.

Se você pretende dirigir na Nova Zelândia, conheça as leis de trânsito do País (veja o código de trânsito “Road Code”) antes de você chegar. E lembre-se  na Nova Zelândia se dirige no lado ESQUERDO da rodovia.

 

Código Internacional da Nova Zelândia: +64

Nos centros de informações, nos aeroportos ou backpackers, pegue os Free Visitor Guides e brochures (guias e folhetos) eles sempre contém vouchers (vales desconto) para as atividades locais, restaurantes, acomodações e aluguel de carros, etc.

Carteirinha 18+ é um documento feito nos correios (tipo uma carteira de identidade) custa em torno de NZ$ 20,00 serve como documento oficial e você não precisa andar com seu passaporte nas ruas ou casas noturnas (que sempre exigem identificação).

Em Auckland há 12 “i-SITE” Centros de Informação ao Visitante ao redor da região. Eles provêem informação imparcial e inclusiva, como também serviços de reservas.

Descontos

Quando for participar de algum evento, pergunte sempre se dão descontos para estudantes (ou para associados da Youth Hostel Association). Estes descontos geralmente são dados para concertos de orquestras e apresentações de teatro e também atividades turísticas de aventura ao ar livre.

Por Recrutamento - Culturis Intercâmbio Cultural

maio
13

Introdução A VITICULTURA LOCAL

Postado em: Nova Zelândia by fernanda

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 As vinhas pioneiras da Nova Zelândia foram plantadas em 1819, em Kerikeri, na ilha do norte. No século seguinte os esforços vinícolas quase não deram resultado. Os anos 60, entretanto, assistiram ao nascimento da indústria, com apoio do governo e a chegada de empresas internacionais. Com o aumento dos investimentos e do entusiasmo vieram melhores viticultura, cepas e vinhos.

A indústria vinícola neozelandesa fixou-se nas regiões mais quentes, ao norte, onde o amadurecimento era garantido: Auckland, na costa oeste da ilha do norte, e Hawke’s Bay, a leste, foram as fundações. Já durante os anos 70, o desafio foi ver do que a ilha do sul era capaz. Nos pontos mais frios do país foram testados com Sauvignon Blanc, Chardonnay, Merlot, Cabernet Sauvignon e Pinot Noir.

O cultivo das primeiras vinhas em Marlborough, em 1973, foi feito pela Montana, a maior produtora neo-zelandesa, cujo cítrico Sauvignon Blanc 1980 foi uma revelação, mostrando-se um catalisador da indústria vinícola do país.

Outras regiões na ilha do sul se abriram para vitivinicultura, incluindo Nelson, Otago, Central e Canterbury. Por volta de 1990, havia quase 5000ha cultivados. Foi o começo de uma expansão que não acabou mais.

O país é um membro importante do Mercado internacional de vinhos, com de 480* vinícolas.

Atualmente a cepa mais importante é a Sauvignon Blanc com 39%* total da área total de vinhedos, sendo que a segunda variedade dominante é a Pinot Noir (18%*).

O sucesso de seus vinhos, com frescor e sabor límpidos, não acabou, porem, com a sede dos vinicultores do país por novas descobertas, o futuro de outras cepas é bastante promissora, dentre elas o Pinot Noir e também o Pinot Grigio.

 

PRIMEIRO CONTATO

Meu primeiro contato com o vinho local foi em uma loja no centro de Auckland. Com um desconto obtido em um guia turístico em mãos fui verificar o que a loja tinha a oferecer. O lugar (NZ Wine Makers Centre) é um pouco caro para o meu orçamento - mas tudo em Nova Zelândia parece ser… A coisa a mais agradável foi encontrar o gerente, que fez uma viagem muito similar a minha: foi a América do Sul explorar as regiões do vinho – excelente compartilhar experiencias - ele deu alguma informação sobre a vizinhança de Auckland, que foi uma grande motivação para iniciar minha missão… Entretanto, eu comecei minha expedição um pouco mais ao leste, quando em um passeio com um grupo na Baía de Coromandel. Foi na semana passada, quando uma chuva forte e constante fez nossa guia mudar os planos de do roteiro de nossa excursão; sugeriu uma visita a um vinícola, como uma alternativa para as atividades ao ar livre.

Foi uma pena não poder apreciar plenamente a linda costa do leste; entretanto a idéia de visitar uma produtora de vinho soou muito bem para mim.

PURANGI ESTATE

Purangi é situado na baía do mercúrio, em uma paisagem bonita. O amigável proprietário, Robert Evans, explicou que as uvas usadas para seus vinhos não vêm da área - que não tem a condição ideal para cultivar uvas, deu explanação a tudo que nós pedimos e fez comentários sobre as dificuldades dos pequenos negócios de vinho e de uma falta da política para sua produção.

O estabelecimento produz vinho e licor de fruta. Após ter experimentado “o vinho de uva”, eu degustei os “vinhos” de Kiwi e Feijoa, que foram os melhores exemplares da produção da propriedade.  

ILHA DE WAIHEKE

A lindíssima ilha localiza-se a 40 minutos de Auckland por balsa, e é um destino muito popular. Construiu uma reputação para o vinho tinto fino e, desde os anos 80 experientes profissionais têm produzido vinhos aclamados no mundo todo, particularmente vinhos de corte de Cabernet Sauvignon e de Merlot. Muitos destes vinhos ganharam diversos prêmios e, podem somente ser encontrados em Waiheke ou em alguns dos restaurantes mais finos ao redor do mundo.A ilha tem um clima ameno, seco, similar ao de Bordeux e é visível e “bebível” a similaridade dos estilos entre as duas regiões, ambos influenciados pelo clima marítimo.

* Informação do site http://www.winesofnz.com/Info.aspx realtivas a 2006.

Com uma boa e influente revista em mãos (Cuisine wine country), que havia comprado recentemente, planejei minha rota de visitas na ilha. Considerei primeiramente as vinícolas abertas ao público - por razões óbvias, e então essas selecionei ao que poderia visitar usando transporte público ou caminhando- por causa mais evidente, e entre estas as que tem diferencem-se entre si, para ter uma idéia mais ampla.
Assim que eu cheguei em terra firme, busquei no centro de informações um mapa das vinícolas, que combinei as informações com um mapa para caminhadas, e decidi visitar primeiramente a localidade mais distante que pudesse alcançar com o ônibus local.
 

não-francês!  

POR: Fernanda Souza (Culturis Intercâmbio Cultural)

STONYRIDGE WINERY
Meu começo não poderia ser um melhor, me senti entre amigos lá. Toda a equipe de funcionários era agradável e realmente amigável, demonstrando gostar do que fazem e identificar com o negócio. Eu tive a oportunidade de ter conversas informais com o gerente do vinhedo e também com o proprietário, Stephen White - quem aparente ter um envolvimento completo com o negócio e demonstra uma grande simplicidade.

O lugar é bastante diversificado; produz vinhos finos e azeite de oliva que foram merecedores de premio; tem um charmoso restaurante e também um café de onde pode-se contemplar a paisagem e vinhedo, também ali ocorrem festas que são organizadas ocasionalmente.
Os visitantes recebem boas-vindas com uma taca do Church Bay, Chardonnay 2006 - na correta temperatura de ser servido, e são convidados então para seguir a guia pela propriedade, onde nós ouvimos um pouco a respeito das técnicas de produção utilizadas, pudemos apreciar o cenário e ainda, ver e tocar em uma árvore de cortiça!
Em sua adega nós provamos o Airfield 2004, um vinho de corte no estilo Bordeaux, qualificado com “segunda linha”, que tranquilamente poderia competir com alguns outro vinhos considerados de “primeira- linha”.
Depois que nós terminamos a excursão eu me presenteei com uma taca do Stonyridge Pilgrim 2005, que é um vinho de corte no estilo de Rhone com Syrah, de Grenache e de Mouvedre.
O local faz os vinhos maravilhosos, todos orgânicos, que são mais caros do que os vinhos em geral da Nova Zelândia geralmente. Então, eu estava contente de ter a oportunidade de prová-los onde suas uvas encantadoras crescem.

GOLDWATER ESTATE
Fundada em 1978, a propriedade Goldwater abriu caminho para produção de vinho na ilha (Cabernet, Merlot, Franc e Chardonnay) e também Marlborough (Sauvignon Blanc e Chardonnay) e a Baía de Hawke (Merlot e Cabernet).
Quase todos seus vinhos têm envelhecimento em madeira, aparte do Sauvignon Blanc que é elaborado no conhecido de Marlborough, preservando o frescor e presença marcante de frutas. O Chardonnay tem carvalho, mas com caráter diferente dos exemplares que provei na Califórnia. A empresa tem um olho no mercado interno e outro no mercado estrangeiro e, têm exportado com sucesso principalmente para o Reino Unido e Japão.
No dia que visitei Goldwater, ocorria um evento anual que é bastante concorrido e apreciado: uma refeição 10 pratos que se estende por toda tarde. Como eu não tinha tanta fome assim eu preferi admirar a vista do alto do monte, onde uma árvore nativa chamada Pohutukawa encontra-se e dá inspirações aos amantes de natureza. A vista que da Baía de Putiki é lindíssima.

CABLE BAY
Mais uma vez, depois que um passeio curto de ônibus e um pouco de caminhada, estava outra vez entre as uvas, desta vez na novíssima propriedade de Cable Bay. O edifício novo com um restaurante; bar; sala de degustação e outras de eventos; teve sua obra finalizada no começo deste ano.
A vista desde o estabelecimento não decepciona e, pode-se apreciar seus vinhos admirando a Church Bay.
Por uma pequena tarifa você pode provar 7 vinhos diferentes, com uvas provenientes de sua propriedade local e também de Marlborough.

MUDBRICK VINEYARDS

Provar sua Reserva Syrah 2005 foi um prazer. Eu, que não morro de amores pela variedade, adorei. Tinha aroma de terra e era cheio das frutas pretas que brincavam no paladar por um longo tempo.
Para terminar meu dia na ilha, eu senti na sacada da vinícola contemplando a vista, que é, até o presente momento, a mais linda da ilha, ou estaria eu enfeitiçada.

Sua lista de vinhos é bem variada. Todos seus vinhos têm envelhecimento em carvalho, incluído o Sauvignon Blanc ocultando o caráter associado a uva daquela localidade. O Pinot Noir 2005 era encantador. Porém seu melhor vinho não pude provar, pois “o vinho reserva” - que é feito das mais melhores uvas relativas aos melhores anos, não está disponível na degustação que pena.
Eu terminei minha excursão na ilha mágica, fazendo o que todos amam fazer na Nova Zelândia - incluindo os locais: tramping! É o que outro se chama “caminha de trilha”, mas você pode apenas fazer “tramping” a maneira que os kiwis o fazem, se estas aqui!

AUCKLAND FOOD AND WINE FESTIVAL
Uma maneira boa de se encontrar a produção local e os produtores é visitando uma feira. Bem, como Auckland é a maior cidade do país, sua maneira de fazê-lo é um festival.
Lá eu estava, em um dia razoavelmente bom de um agradável sábado. Após ter pagado à entrada, que incluiu uma taca de vinho, muitas provas de produtos locais como queijo e salames e o direito de comprar vinho…
Muito importantes produtores de vinho estavam lá representados e, eu experimentei alguns de seus vinhos, buscando provar algo novo. Eu tive uma boa surpresa, provei um Viognier 2005 da propriedade de Te Mata, que foi quem introduziu a cepa na Nova Zelândia. Eu estava contente ao tido escolhido acima algo fora do ordinário e que por sinal era muito bom.
O festival é popular entre os nativos e também forasteiros e, tem um bom programa de atividade, com apresentações musicais e também palestras. A palestra que presenciei foi de um sommelier francês, que emigrou para Nova Zelândia e falou sobre a combinação vinho e comida, vinhos Neozelandeses na sua maioria - um francês reconhecendo o talento

 

ENFEITIÇADA
A ilha de Waiheke é conhecida como “mágica”, sera que me enfeitiçou?
A verdade é que eu gostei muito e decidi ir voltar no domingo.
Iniciei a explorar a área por uma vinícola que estava fechada para visitas. Mas não foi má sorte, pois quando eu cheguei os trabalhadores da vinícola estavam, literalmente, com a mão na massa, trabalhando, mas, ainda encontraram tempo para uma conversa. Depois de uma excursão auto-guiada através do vinhedo, onde eu pude observar que a maioria das uvas não tinham sido colhidas.
Os trabalhadores estavam em uma equipe de dois, um deles kiwi e outro francês (mais um!! É uma invasão francesa?) e tomei proveito da cordialidade da conversa para fazer umas poucas perguntas sobre o trabalho. Um delas foi relacionado às uvas que estão na videira e a alguma já começaram a murchar. Explicaram que isto era proposital para compensar o açúcar diluído com a chuva forte dos últimos dias, mas a colheita para os próximos dias.
Aprendida a lição, rumei para a próxima visita que era na verdade bem próxima.

 

TE MOTU VINEYARDS
Apenas 500 metros Saratoga de Te Motu, mas a distância no estilo é imensa.
Um dos proprietários foi quem me apresentou as vinhos para degustação e quando eu comecei fazer perguntas regulares sobre o negócio, ele apontou seu vinho em destaque no livro do “Confrontation Grands Bordeaux 1996 et assemblage Bordelais (vins etrangers)” onde seu vinho Te Motu 1999 alcançou a pontuação de 16.5/19 dando a entender que aquilo era tudo que eu deveria saber sobre seu vinho.
Não me sentindo muito a vontade, eu escolhi experimentar um Dunleavy 2002, corte de Cabernet e Merlot, feito com as uvas colhidas a mão, que tem o controle de sua baixa produção.
O vinho era bom e ainda em desenvolvimento. Seria agradável prová-lo outra vez em um par de anos.
Admirando seu vinho mas não seu serviço, eu sai do lugar para meu almoço no centro da cidade e o início da tarde eu dediquei ao turismo - hey, eu sou ser humano! Logo após, minha última visita a uma vinícola por enquanto!
Eu não visitei a vinícola no melhor momento: era quase hora de encerrar o expediente. Assim, eu não tive tanta atenção e recebi os vinhos brancos em temperatura ambiente, que removeu algum do brilho e gosto - da visita.
Entretanto, foi uma experiência boa. A guia era conhecedora do assunto e sabia o que oferecia isto faz uma enorme diferença.
Se paga NZ$5 e desguta 8 vinhos!! - um bom negócio. Foi interessante também a degustação vertical onde se tem a possibilidade de comparar 3 anos diferentes do mesmo vinho (2003, 2004 e 2005 do corte ao estilo Bordeaux).

Fonte: http://wineworld.spaces.live.com/blog/cns!1F14BAF605D9801F!434.entry

 

 

maio
13

Vinhos da Nova Zelândia

Postado em: Nova Zelândia by fernanda

vinhos

A Nova Zelândia hoje em dia é um dos maiores destaques do novo mundo. Apesar de não ser um grande produtor mundial, é um ótimo produtor em relação a qualidade. Seu Sauvignon Blanc e Pinot Noir são considerados (e com razão) um dos melhores do mundo. Sua vinificação é uma das mais modernas e bastante influenciadas pelos enólogos formados na Universidade de Adelaide, na Austrália chamados de flyingwinemakers.
Os melhores Sauvignon Blanc são produzidos na Ilha Sul na região de Marlborough. Raramente são amadurecidos em carvalho para manter seu frescor, fruta e acidez.
Os bons Pinot Noir vêem da região de Central Otago e Martinborought (Wellington) no sul da Ilha Norte e Central Otago ao sul da Ilha Sul. É considerada por especialistas como a uva do futuro na Nova Zelândia por sua incrível complexidade, frescor e fruta, muitos deles comparados a bons Borgonhas.
Na Ilha Norte podemos destacar Hawker´s Bay e Ilha de Waihiki onde é feito ótimos cotes bordaleses, (Cabernet Sauvignon, Merlot e Cabernet Franc) e a Chardonnay. Estão em ascensão também a Syrah que em alguns anos deverá ter o mesmo destaque da Pinot Noir do Sul.
Tente um Sauvignon Blanc com uma entrada elaborada com queijo de cabra e um pinot noir com um atum grelhado ou uma ave. Você irá se surpreender.
Os Sauvignon Blancs da Nova Zelândia tem por característica apresentar notas interessantes de aspargos dá uma ótima harmonização com salmão grelhado e aspargos frescos, por exemplo.
Vinhos Premium também são produzidos com castas de variedades da Alsácia como Riesling, Gewururztraminer e Pinot Gris nas regiões mais frias da ilha sul.
Abra sua mente, beba mais vinho e viva mais!

Fonte: http://blogdoperazza.blogspot.com/2009/05/nova-zelandia-ascensao-dos-vinhos-do.html

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Na Nova Zelândia, a Pinot está em casa

 

 

 - A Sauvignon Blanc foi a uva que colocou a Nova Zelândia no mapa vinícola do mundo. Agora, desponta a Pinot Noir, que se dá maravilhosamente em várias regiões do país, de clima normalmente frio. O desenvolvimento da vinicultura na Nova Zelândia foi espetacular. Atualmente, segundo dados de 2001 citados pelo excelente livro Os Segredos do Vinho, de José Oswaldo Amarante, são perto de 15 mil hectares de vinhas, que produzem 53 milhões de litros. A Sauvignon continua a uva mais plantada, seguida da Pinot Noir e da Chardonnay.

A geografia explica o vinho do país, que fica ao sul da Austrália, mais perto da Antártida. Ele é dividido em duas grandes ilhas - Norte e Sul. Zonas vinícolas nas duas ilhas. Quanto mais ao sul, mais frio. Central Otago, zona montanhosa, famosa pelos tintos feitos com a Pinot Noir, é a região vinícola mais no sul do mundo (45°Sul).

O clima frio naturalmente favorece as uvas brancas e as tintas que gostam de temperaturas mais baixas, como a mais do que caprichosa Pinot Noir, que dificilmente dá vinhos de alta qualidade fora de sua zona de origem, a Bourgogne.

As zonas mais frias da Nova Zelândia estão entre as melhores áreas do mundo para a Pinot Noir, especialmente Central Otago, Wellington (Martinborough-Wairarapa), Canterbury e Marlborough. A degustação dos tintos neozelandeses foi das mais prazerosas. Além dos quatro selecionados, agradaram bastante Trinity Hill 2006 (Hawke?s Bay) e Sileni (Hawke?s Bay) 2007.

SAINT CLAIR 2006

ONDE ENCONTRAR: GRAND CRU, TEL. 3062-6388
PREÇO: R$ 93
COTAÇÃO: 90/ 100

Da região de Marlborough, a maior da Nova Zelândia. Um belo vinho, apesar do aroma meio tímido. Cor intensa, o que não é característica da Pinot Noir. Aroma muito bom, mas tímido no início. Demorou para aparecer, apresentar frutas, talvez groselha. Um aroma doce e gostoso. Na boca, ficou melhor. Redondo, macio, muito bem equilibrado. Nenhum de seus componentes se destaca demais. Não é encorpado, mas elegante, redondo, macio. Um vinho “doce”, cheio de fruta, mas nunca enjoativo. Taninos macios e boa acidez facilitam as combinações. Pronto para beber, mas pode evoluir. Longo, deixa sensação de frutas na boca. 13,5% de álcool.

HUNTER?S PINOT NOIR 2006

ONDE ENCONTRAR: VILLE DU VIN, TEL. 4208-6061
PREÇO: R$ 119,07
COTAÇÃO: 90/100

Da região de Marlborough, no norte da Ilha Sul, mais famosa pelos brancos feitos com a Sauvignon Blanc. Tinto mais do que gostoso. Cor típica da Pinot Noir, não muito intensa. Aroma ótimo, potente e mais para o lado das frutas. Complexo, com várias nuances. Qualidade continuou na boca do começo ao fim. Primeira impressão excelente. Vinho redondo, “doce”, com boa acidez, longe de ser enjoativo, sem arestas. Pedindo sempre o próximo gole. Muita fruta na boca. Álcool muito bem equilibrado pelos demais elementos. No ponto para beber. Taninos macios, nada agressivos e final de boca de primeira. Fruta permaneceu na boca. 13,5% de álcool.

NEUDORF TOMMY?S BLOCK 2006

ONDE ENCONTRAR: VILLE DU VIN, TEL. 4208-6061
PREÇO: R$ 164,71
COTAÇÃO: 92/100

A Neudorf é uma ótima produtora da região de Nelson, que fica ao lado de Marlborough. Um ótimo vinho, muito típico. Aroma e sabor lembraram efetivamente a Pinot Noir. Aroma potente, gostoso, evocando framboesas, típico da uva. Também lembrou amoras. Melhorou ainda mais na boca, notadamente no ataque. Primeira impressão de boca excelente, igualmente potente. O tipo de vinho “cheguei”, de grande concentração de sabor, mas não encorpado e pesado. Ao contrário, elegante e complexo. Lembranças de chocolate. Ótima estrutura e acidez. Álcool muito equilibrado. Longo, deixou sensação mais do que agradável na boca. 13,5% de álcool.

TE TERA PINOT NOIR 2005

ONDE ENCONTRAR: MISTRAL, TEL. 3372-3400
PREÇO: R$ 163,84
COTAÇÃO: 92/100

Um produto da Martinborough Vineyards, no extremo sul da Ilha Norte. O nome da região é Wellington, mas as denominações Martinborough e Wairarapa costumam aparecer nos rótulos. Zona com especial vocação para a Pinot Noir. Este apresentou bastante intensidade de cor, aroma intenso e complexo. Frutas vermelhas bem maduras e algo vegetal, de frescor, talvez hortelã. Na boca, intenso e muito elegante. Bastante acidez, ótimo para a mesa. Pronto para o consumo, mas pode melhorar, pois os taninos ainda aparecem ao fundo. Equilibrado, sem arestas e longo. Impressão gostosa de frutas permaneceu na boca. 13,5% de álcool.

Fonte: http://www.estadao.com.br/suplementos/not_sup355621,0.htm

POR: Fernanda Souza (Culturis Intercâmbio Cultural)

 

maio
12

Recorde na Nova Zelândia

Postado em: Nova Zelândia by fernanda

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A exportação anual de vinhos da Nova Zelândia bateu recorde em 2008, aumentando 19%. De acordo com organização a nacional da indústria do país este aumento foi impulsionado por uma grande colheita e aumento da procura.

 
O valor dos vinhos vendidos no exterior subiu para 460 milhões de dólares até 31 de dezembro passado. A Nova Zelândia bateu recorde também na colheita, com mais de 285.000 toneladas de uvas, até em 30 de junho de 2008.


“O crescimento nos últimos anos tem sido alimentado por fortes vendas em mercados-chave, liderados pela Austrália”, disse Gregan, chefe executivo da associação dos produtores de vinho. “Vimos também alguns benefícios a partir do menor valor do dólar da Nova Zelândia”.

Embora as perspectivas econômicas mundiais não sejam as melhores, a indústria espera de atingir 1 bilhão de dólares neozelandês em exportações no ano 2009, um ano mais cedo do que era planejado.

Fonte:http://revistaadega.uol.com.br/Edicoes/0/03fev-recorde-na-nova-zelandia-124757-1.asp

 POR: Fernanda Souza (Culturis Intercâmbio Cultural

 

abril
15

Nova Zelândia: Pura Aventura!!!

Postado em: Nova Zelândia by fernanda

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Buscando explorar um dos países mais espetaculares e desconhecidos do mundo, muitos jovens têm embarcado rumo à Nova Zelândia. Para eles, a viagem é um passaporte para a adrenalina subir a níveis incontroláveis, percorrer trilhas de mata fechada, escalar gigantescos glaciares, descer corredeiras; enfim, sentir-se vivo! Tudo isto neste pequeno país situado no sudoeste no Oceano Pacífico, composto por duas grandes ilhas e outras menores, com área equivalente ao estado do Rio Grande do Sul. O vizinho mais próximo é a Austrália a 1.600 km a leste, sendo que a mãe Grã-Bretanha fica a mais de 20 mil km , exatamente do outro lado do globo.

A Nova Zelândia tem grandes dimensões, extensas paisagens - montanhas nevadas, rios, lagos, vales, florestas e fiordes - e uma pequena população. Seus múltiplos cenários são ideais para aventuras como caminhar, pedalar, velejar, nadar, voar e saltar. Um quarto da minúscula população, cerca de 3,8 milhões de pessoas, está na maior cidade, Auckland, na Ilha do Norte. Em toda a Ilha do Sul vivem apenas 900 mil pessoas. E, em Queenstown - a capital mundial dos esportes de natureza -, pouco menos de 20 mil pessoas.

 O país também é famoso pela excelente qualidade de vida. A Nova Zelândia é um dos lugares mais seguros do mundo. A polícia não anda armada e usa cães nas batidas policiais. O custo de vida é mais barato devido à troca da moeda. É parecido com a Austrália, sendo assim mais baixo do que dos Estados Unidos, Canadá e Inglaterra. 

Consequentemente, o estudo lá não é caro. As escolas são públicas, mas com computadores nas salas de aula, turmas de no máximo 25 alunos e horário integral das oito da manhã até às três da tarde. O sotaque dos “kiwis”, como são conhecidos os nativos do país, é bem parecido com o inglês britânico. Isso tudo é um grande atrativo para os intercambistas. O ano letivo é igual ao do Brasil. A diferença é que são dez semanas de aula e duas de férias. “A vantagem dos programas de intercâmbio na Nova Zelândia é que os estudantes sempre são encaixados em famílias que têm o mesmo interesse que eles”, conta Valquiria MacDowell, diretora da Improvement, empresa que tem mandado muitos jovens para aquele país. Ótima oportunidade para conhecer cada cantinho desse país que reserva maravilhas para os jovens aventureiros.
 Ao redor de Queenstown, espalham-se montanhas nevadas e escarpadas, como a cadeia Remarkables. Entre elas, vales verdes que abrigam rebanhos de carneiros a perder de vista. Rios e cachoeiras gigantescas se escondem entre densas e úmidas florestas, ricas em plantas e animais. Lagos imensos e cristalinos banham cidades pequenas e muito organizadas. As estradas que correm perto de desfiladeiros, profundos e íngremes, vivem lotadas de mountain bikers que desafiam suas curvas sinuosas com velocidade. Veículos off-road testam caminhos afluentes, ainda mais incertos. E caravanas rumam ao fundo do vale, por onde escorre o gelado Rio Shotover, um dos preferidos para o rafting na região. Todas essas aventuras começam nas ruas de Queenstown, sempre cheias de jovens entrando e saindo das dezenas de lojas de equipamentos e agências de aventuras. Essa animação contrasta com a vida pacata de dezenas de pequenas cidades vizinhas.

POR: Fernanda Souza (Culturis Intercâmbio Cultural)

 

abril
7

NOVA ZELÂNDIA: Ilha NORTE!

Postado em: Nova Zelândia by fernanda

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A Ilha Norte é uma das duas maiores ilhas da Nova Zelândia. A maior é a Ilha Sul.

Muitas cidades importantes estão na Ilha Norte, sendo as mais notáveis Auckland, a maior cidade da Nova Zelândia, e Wellington, a capital, localizada na extremidade sul da ilha. Em torno de 76% da população da Nova Zelândia vive na Ilha Norte.

A mitologia Maori diz que as Ilhas Norte e Sul da Nova Zelândia vieram do tempo de ‘Maui’, que era um semideus.

A história conta que ele e seus irmãos estavam pescando em sua canoa (a Ilha Sul) quando ele capturou um grande peixe e puxou-o do mar. Enquanto ele não olhava seus irmãos brigaram pelo peixe e acabaram o picando.

Este grande peixe tornou-se a Ilha Norte e o nome Maori para esta ilha é Te Ika a Maui (o peixe de Maui). As montanhas e vales da ilha são supostamente formados como resultado da briga dos irmãos de Maui pelo peixe.

Com 113.729,00 km², é a 14ª maior ilha do Mundo!

POR: Fernanda Souza (Culturis Intercâmbio Cultural)

abril
7

NOVA ZELÂNDIA: Ilha SUL!

Postado em: Nova Zelândia by fernanda

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A ilha Sul forma uma das duas maiores ilhas da Nova Zelândia. O nome Maori para a Ilha Sul é Te Wai Pounamu que significa “A Água da Pedra Verde” (a pedra verde refere-se a jade).

Tem uma área de 151.215 km², tornando-a a 12ª maior ilha do mundo. Junto com sua costa oeste corre a cadeia de montanhas dos “Alpes do Sul”; o Monte Cook é o ponto mais alto, com 3.754 m de altitude no topo.No século XIX, a ilha Sul de hoje tinha o nome de Ilha do Meio, e a Ilha Sul na época refere-se à atual Ilha Stewart, da qual está separada pelo estreito de Foveaux.

POR:  Fernanda Souza (Culturis Intercâmbio Cultural)

abril
3

A Teoria do Tripé!

Postado em: Sem categoria by fernanda

Nova Zelândia

TEORIA DO TRIPÉ

Fazer uma viagem de volta ao mundo é a vontade de muita gente, porém o grande desafio é conseguir completar o tripé: disposição, tempo e dinheiro para tornar a viagem possível.

Essa teoria do tripé realmente faz toda a diferença e é a base para todo esse blog. Pouquíssimas pessoas conseguem dar a volta ao mundo justamente por causa do tripé. Durante a juventude falta dinheiro; na vida adulta, com uma vida financeira mais saudável, o que falta é tempo, afinal essa vida financeira estável só é possível com muito trabalho; depois de aposentado o tempo não é problema, dinheiro também provavelmente não será, mas a disposição… essa sim.

 

A teoria do tripé É algo que inconscientemente já temos em nossas cabeças. Quer dizer, pra realizar a viagem de nossas vidas precisa-se de dinheiro e pronto!… Nada mais. Disposição, quando se quer, tem de sobra, - e o tempo pode ser resolvido – bem, basta trancar a faculdade ou buscar um complemento para sua vida profissional, como um novo idioma, nova cultura e novas experiências profissionais, que possam alavancar sua vida profissional. Eis que numa oportunidade meio que sem esperar surge a chance de completar o tripé.

Este pode ser o momento da SUA oportunidade!

Pense… Nova Zelândia lhe aguarda! Você tem disposição???

Informe-se comigo a respeito das nossas oportunidades de Intercâmbio e Trabalho no Exterior!

recrutamento@culturis.com.br

POR: Fernanda Souza (Culturis Intercâmbio Cultural)

abril
1

NOVA ZELÂNDIA: Geografia

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NZ ilhas norte e sul

NOVA ZELÂNDIA localiza-se no Sudoeste do Oceano Pacifico, entre a linha do Equador e o Pólo Sul, a aproximadamente 1.600 quilômetros a leste de seu vizinho mais próximo, a Austrália. Equivalente em tamanho ao Japão e à Grã-Bretanha, a Nova Zelândia ocupa um território de 270.500 quilômetros quadrados.

Há duas ilhas principais, a Ilha do Norte e a Ilha do Sul, separadas pelo Estreito de Cook, que tem 20 quilômetros de largura em seu ponto mais estreito. As extremidades norte e sul do país estão a uma distância de 1.600 quilômetros, porém, nenhum ponto das ilhas se situa a mais de 120 quilômetros da costa.

A paisagem da Nova Zelândia é reconhecida por sua variedade e, especialmente, sua natureza montanhosa. Três quartos do país estão a 200 metros acima do nível do mar. Os espetaculares Alpes do Sul, na Ilha do Sul, possuem topos permanentemente nevados, com 18 picos acima de 3.000 metros do nível do mar. 360 geleiras estendem-se por esses picos abaixo; a mais famosa delas desemboca na floresta tropical, a apenas alguns quilômetros do Mar da Tasmânia.

Os picos mais altos da Ilha do Norte são vulcânicos. Uma cadeia de vulcões ativos se localiza no centro da ilha entre gêiseres, fontes termais e piscinas de lama efervescente.

As duas ilhas possuem áreas férteis de pastos, florestas naturais e artificiais, praias arenosas e rios pequenos e calmos. Também existem muitos lagos. Os maiores lagos da Ilha do Norte se encontram no planalto vulcânico central, enquanto os maiores lagos da Ilha do Sul são formados por geleiras e se encontram no meio de uma paisagem montanhosa. Ao extremo sudoeste da Ilha do Sul, os Alpes do Sul desembocam em uma cadeia de lindos fiordes.

Apesar dos neozelandeses estarem solidamente ligados à natureza e serem orgulhosos da sua formosa zona rural, 85% da população vive em áreas urbanas.
POR: Fernanda Souza (Culturis Intercâmbio Cultural)